sexta-feira, 1 de maio de 2015

OS CORREDORES DO VATICANO E O OBSCURO MUNDO DO CRISTIANISMO

Não é de hoje que pairam sérias desconfianças quanto às verdadeiras origens do Cristianismo e as motivações da Igreja Romana na preservação da fé religiosa.

Há muito anos debate-se inclusive se a figura histórica de Jesus, chamado Nazareno, seria real. A única coisa absolutamente real é a existência do mito e sua influência para bilhões de seres humanos pelo planeta. Mas até que ponto a influência do Cristo perpassa por um arquétipo deliberadamente construído pela Igreja Romana para determinado fim? Estariam os cristãos do mundo todo através dos séculos, venerando uma construção idealizada pelo Catolicismo? 

Difícil elucidar uma questão dessa magnitude em face da presença da fé. Diante de sua presença o racionalismo se torna ilógico e o dogma predomina com verdade soberana.




Longe de tentar elucidar essas e outras questões, ouso alimentar o debate pois numa época em que ciência e religião parecem caminhar paralelamente e não mais em sentido diametralmente oposto, descobertas arqueológicas recentes parecem revirar do avesso a historiografia tradicional como nunca se viu.

Estaria a História de nossos antepassados totalmente equivocada e por ação deliberada de interesses governamentais e religiosos?

Acredito que os corredores do Vaticano ainda têm muito a esconder antes que os pilares da cristandade sejam cabalmente abatidos pela documentação ali encoberta.

Todavia, contra a fé não existem argumentos.


   

A NATUREZA HUMANA

Desde épocas remotas uma terrível dúvida assola todos aqueles que se permitem pensar a respeito da condição humana ao nascer. O que se esconde por entre as teias invisíveis do “milagre” da concepção? Todos nós temos o direito de pensar sobre esta questão, quer nossas considerações sejam fruto do senso comum quer sejam produto de estudos mais aprofundados. Todavia, todos já nos deparamos com máximas do tipo: “O homem nasce bom; a sociedade o corrompe”. Mas, façamos uma reflexão filosófica sobre esta assertiva. Se o homem nasce bom, o conjunto de todos os homens seria ótimo. Ao conjunto de todos os homens chamamos de sociedade. Logo, filosoficamente, conclui-se que se a sociedade não é boa, o homem não nasce bom. Mas seria correto então afirmar que o homem não nasce bom? Se tivermos uma visão maniqueísta, o contrário de nascer bom seria nascer mau. Aqueles que têm esta visão encontram dificuldades de afirmar que o homem não nasce bom, pois sendo assim nasceria mau. Entretanto, se nos dispusermos a avançar mais um pouco na questão e verificarmos as diversas hipóteses presentes deduziremos que não nascer bom, não significa nascer mau.
Conceitos antropológicos afirmam que o homem é o animal mais incompleto ao nascer. Todos os outros gêneros de animais apresentam na grade genética códigos que vão sendo decodificados conforme se apresentam as situações e necessidades. Desprovidos da capacidade única de raciocinar, contam unicamente com este sistema de códigos a que chamamos instinto. No caso dos humanos, o próprio instinto se desenvolve a partir da capacidade de raciocinar e esta capacidade só é possível de se desenvolver em sociedade. Desta forma colocamos em xeque a versão de casal único presente no mito da criação. A sociedade já estaria presente, formada por outras espécies, quando da criação de nossa espécie. Então parece que resolvemos o problema. O homem teria sido criado bom, mas o convívio com outras espécies o teria tornado mau!  Não acredito nesta conclusão, pois as sociedades preexistentes eram compostas de escravos que serviam a seus criadores. O homem foi criado à imagem e semelhança dos “deuses”, portanto com status de realeza, muito embora isto não signifique por si somente, a obrigatoriedade de ser bom.



Matéria e Espírito

Neste ponto da nossa reflexão chegamos a grande diferenciação do homem em relação aos outros gêneros de animais.  Lembremo-nos das teias invisíveis citadas no início de nossa reflexão. Passaremos a chama-las de espírito. O homem não é simplesmente matéria presente no universo, mas também espírito presente no universo. Antes de continuarmos vamos fazer uma padronização de linguagem. Na nossa época, fruto da tradição judaico-cristã, chamamos o bem de Deus e o mal de demônio. Todavia, os povos da antiguidade chamavam a seus deuses de demônios. Portanto, sem qualquer juízo de valor em razão da nomenclatura que iremos adotar, chamaremos a parte espiritual do homem de demônios. O DNA humano em sua estrutura invisível apresenta todos os demônios presentes no universo. Estes demônios são a capacidade de raciocinar e de desenvolver determinados dons que irão nos despertar para a vida profissional.
Portanto, tanto a capacidade de praticar o bem de forma magnifica, como a capacidade de destruição através dos meios mais cruéis encontram-se latente em todos os seres humanos. Durante séculos, as religiões buscaram através do medo e da coação incitar os homens a domar seus demônios. A Sociedade através do Estado, seja na Antiguidade ou nos dias atuais, pune aqueles que não controlam seus demônios. A Psicanálise surgiu como ferramenta para tentar ensinar o homem a domar seus demônios. Existem métodos de hipnose que através da regressão levam o ser humano às câmaras escuras de seu interior na busca por algo que lhe afetou o equilíbrio.



A Desconstrução do homem natural

Uma profunda reflexão é condição necessária para que se construa um novo homem baseado em valores universais, que extrapolem as fronteiras do nosso planeta, conectando-se a Luz Criadora numa dimensão invisível ao demais homens deste planeta que, sejam bons ou não, são todos profanos pois ignoram a missão da raça humana. Assim como o próprio Jesus, Lázaro seu amigo era um homem bom, porém teve de passar pelo processo de reflexão para que conhecesse os segredos do Universo. As dimensões da vida moderna porém não permitem que vivamos de forma contemplativa, até que nossos demônios sejam atingidos pelo processo, não mais baseando nossas percepções em falsas premissas.
Um novo homem está por ressurgir da escuridão de nossas reflexões, constituindo-se pouco a pouco num novo ser humano até atingir a condição de um visionário. O visionário é aquele homem que não se conforma com o óbvio, mas estando 40 ou 50 anos a frente do seu tempo, projeta as conquistas e condições do gênero humano, sem ser compreendido pela massa de crentes que se afoga no lodo do conformismo e do conhecimento preconcebido e estático. Tenhamos coragem de ousar em busca do desconhecido, rompendo as fronteiras do universo e enxergando o invisível como algo palpável e real.



6. Bibliografia

BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.
DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia. São Paulo, Hagnos, 2002.
JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. Rio de Janeiro, CPAD,1990.
LÉVI-STRAUSS, CLAUDE. As Estruturas Elementares do Parentesco. Ed. Vozes.



A CONDIÇÃO HUMANA

Quando os Elohins desceram à Terra, deslumbraram- se com a beleza do planeta e abundância de recursos naturais existentes. Tal beleza, obra da natureza criadora, certamente deveria ser compartilhada pelos seres inteligentes que habitavam esta dimensão do Universo. Rapidamente dotaram o planeta de condições necessárias à sua permanência, todavia sozinhos em meio a bestas feras que povoavam as florestas. Circundado por toda esta beleza, um ser se destacava dos demais por andar ereto e possuir certa habilidade com as mãos. Fruto de milhões de anos da lenta cadeia evolutiva era o ser mais avançado tanto em termos intelectuais como genéticos. Vivia na mais pura comunhão com a natureza e interagia com esta quase que como num enlace cósmico. Os Elohins maravilhados com a obra da natureza e, dotados de extraordinária tecnologia, ousaram interferir na cadeia evolutiva, criando a espécie humana para que os servissem como trabalhadores e os adorassem como suas divindades. Estava criado assim o ser humano, dócil e inocente de sua condição, para servir aos seus deuses no Édem. O homem andava nu e não se dava conta de sua nudez, pois embora adaptado a uma nova condição e geneticamente modificado sua mente mantinha os desígnios da natureza criadora.  
                                                Conforme relata Enoch no Livro do Conhecimento, “o Homem Adâmico foi criado nos céus e simultaneamente transposto ao longo de malhas de energia para a corporificação física a partir de uma forma divina, à qual ele deve retornar após esta exploração de consciência. Estamos aqui como um experimento, explorando oportunidades de alcançar realidades ainda maiores que estão sendo testadas nos mundos materiais, de modo que se expandam os vínculos que foram moldados pelo Ofício do Cristo entre os mundos superiores e inferiores. Porém, ao vir à Terra, cada alma espiritual deixa nos mundos superiores o seu tesouro particular, a sua parte do Tesouro de Luz Viva, que aguarda o seu retorno. Na conversão da Luz para a forma material, o nosso mundo foi originalmente comissionado em Nome do Pai, mas foi interceptado pelos Mestres caídos que aplicaram a sua lei de vibração a esta criação”.  A intervenção inadvertida dos Senhores Elohin, porém com permissão da Luz Viva, proporcionou ao Homem Adâmico vivenciar os limiares da inteligência avançada como semente dos próprios Elohins. Porém, alguns desses Mestres em rebelião, visando interesses mesquinhos, procuraram não apenas condenar a criação adâmica à destruição, mas interferir nos modelos subsequentes de outra humanidade adâmica criada para este planeta, da qual somos sua semente.



O Adão Cósmico e a construção de uma Nova Consciência para o retorno à Luz.
A intervenção na Criação Adâmica acarretou um bloqueio em nossas mentes, como que nos desligando da Luz Viva, da qual somos uma centelha. De quando em quando, Mestres que atuam diretamente com a Luz Viva habitam o mundo físico no intuito de ascenderem a criança de luz encarnada à verdadeiras comunidades de Luz. Nossa grande tarefa consiste no avanço do poder da consciência sobre a limitação física, todavia, sem desprezar e abandonar a vida física e o mundo material. Os Grandes Mestres, dos quais o Cristo é um exemplo, sempre se desdobraram em mostrar o equilíbrio como ponto fundamental para o desenvolvimento do ser espiritual. Uma vida física em desequilíbrio não consegue vislumbrar as virtudes presentes no Espírito.
A construção da nova consciência sepulta o Adão modificado geneticamente e faz ressurgir o Adão Universal, aquele criado em meio a Luz Viva e que se tornou corpóreo nas esferas inferiores do mundo físico. Conhecer nossa missão e a necessidade de reconexão ao mundo cósmico é tarefa obrigatória aos iniciados nos mistérios da Verdadeira Luz.



Bibliografia


HURTAK, J.J. O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch. Rio de Janeiro, Academia para Ciência Futura, primeira publicação em inglês, 1973.


PROENÇA, Eduardo de (org). Apócrifos e pseudo-epígrafos da Bíblia. São Paulo, Fonte Editorial, 2005.

A VERDADE

Santo Agostinho



A verdade está no interior do homem. “Não queiras sair para fora; é no interior do homem que habita a verdade”. E há verdades constantes, inalteráveis, para sempre. Dois mais dois serão sempre quatro. Santo Agostinho tenta esclarecer de onde pode vir essa verdade. Não das sensações, diz, porque essas são e não são, são mutáveis, efêmeras. Tampouco do espírito humano, que, por profundo que seja, é limitado. Essas verdades eternas só podem ter por autor Aquele que é eterno: Deus. São reflexos da verdade eterna, que nos ilumina e nos permite ver. Nisso consiste o que depois ficou conhecido como “doutrina da iluminação”; porém, desde já é preciso dizer que Santo Agostinho não a apresenta nunca como uma “teoria”, mas como uma comprovação. Já no final da sua vida, diz nas Retractationes que o homem tem em si, enquanto é capaz, “a luz da razão eterna, na qual vê as verdades imutáveis”.

Santo Agostinho



Nietzsche


Verdade é uma mentira bem contada em rebanho; o que por convenção é aceito por uma ampla maioria é tido como verdade. Neste sentido, dizer a verdade é mentir com perfeição em público. Em Nietzsche toda palavra é metáfora: a) um estímulo nervoso em forma de imagem, primeira metáfora; b) a imagem transposta em um som, segunda metáfora. A partir dessas metáforas em seus múltiplos significados temos as palavras: Das palavras surgem os conceitos: o homem está enredado numa trama ficcional inesgotável. A mentira também é outro peso primordial do homem em rebanho. Mentira é uma verdade, verdade de que tal coisa não é verdadeira - é mentira. Verdades e mentiras são ilusões como todas as coisas demarcadas na linguagem.

Proposta: É para além da verdade e da mentira que temos de caminhar. Temos de parar de, como lobos famintos, querer se alimentar de verdades e mentiras, de bem e mal, bom e ruim… e aprender a trafegar para além, novos caminhos.

Crítica aos que pressupõem que a verdade não derivaria do mundo sensível pois é enganador e fugaz. Deveria possuir origem própria, única, absoluta, inquestionável, diretamente de algum ponto último que lhe servisse de fundamento, algo como uma coisa em sim, um deus oculto, o seio do ser (origem miraculosa) – isto é crença e não conhecimento - Metafísica.




Propõe a pesquisa histórica como forma de deslocar a relação entre a verdade e a moral. Estas não seriam mais algo a ser encontrado em outro patamar transcendente às experiências, mas seria fruto da atividade criadora do homem – pertenceriam à História. Assim, a verdade não seria uma coisa que está lá a encontrar e descobrir e sim algo que está por criar e que dá o nome de processo. A vontade de verdade decorre da vontade de engano. A vontade de engano seria a necessidade de se alçar um determinado valor à categoria de verdade para fazê-lo mais forte e mais poderoso a fim de que se possa acreditar nele. Com foi criado historicamente é um engano tê-lo por verdade. Se a verdade é criada, então é uma espécie de erro mais aceito pela moral, por ser um erro necessário. Devemos enganarmo-nos sobre a existência da verdade, pois acreditar e valorizar a verdade talvez seja necessário para a preservação da espécie humana. A verdade seria uma representação valorativa e nada mais do que uma vontade de verdade com função reguladora da sociedade.


A INVOLUÇÃO DO SER HUMANO

Há alguns anos venho me debatendo com um tema extremamente polêmico para os dias atuais. Fruto de minhas impressões pessoais como professor da Rede Pública e de acalorados debates junto aos meus pares, observo com apreensão um processo de involução da humanidade. Não estou falando de raça, mas sim de humanidade. Trata-se da porcentagem de “civilização” presente no nosso DNA. Os visitantes deste planeta que no passado aceleraram nosso processo evolutivo, dotando-nos de fala, capacidade de escrita e civilidade, enfim, dotando-nos de humanidade, nos diferenciaram para sempre das criaturas preexistentes, as quais permaneceram no seu lento e interminável processo evolutivo. A ideia inicial de nossos “criadores” era que servíssemos a seus interesses como escravos. Porém, os seres mais iluminados daquele grupo refletiram que não era adequado escravizar a obra maravilhosa que haviam produzido a sua imagem e semelhança, exceto pela possibilidade da “longa vida”, da qual fomos privados. Após uma terrível guerra nuclear por eles produzida, abandonaram o planeta e a obra de suas mãos a sua própria sorte. Coube a alguns iluminados, por eles escolhidos, serem os guardiões dos segredos às futuras gerações. Uma das profecias do início dos tempos prenunciava o fim dos tempos como semelhante ao princípio.






Retornando ao polêmico tema, somos levados a perceber que a iluminação é para poucos. O próprio Mestre Jesus disse aos seus discípulos para não lançarem pérolas aos porcos. Os “deuses” que alteraram nosso DNA e inclusive procriaram com os seres por eles modificados geneticamente, sabiam que o processo de procriação nos afastaria lentamente de nossa matriz “divina” até que pouco dela restasse. Aqueles que têm a possibilidade de “acasalamentos felizes” conseguem manter uma chama acesa que ilumina um mundo que caminha para as trevas e escuridão. Percebemos hoje perambulando pelas grandes e pequenas cidades do planeta hordas de infelizes que imbecilizados por um processo de procriação desfavorável, perderam a capacidade de articular-se num discurso compreensivo, pronunciado palavras cada vez menores e escrevendo de forma cada vez menos compreensível. Por outro lado, a minoria de iluminados caminha para conquistar geneticamente a “longa vida” e iniciar a conquista de outros mundos fora do planeta, num retorno à casa paterna. O que restará na Terra será uma multidão de escravos, que após um processo de Neandertalização perderá a capacidade de fala e escrita, servindo a uma minoria de iluminados que terão controle total sobre suas atividades. O Fim dos Tempos será igual ao princípio...